O Basquete é nossa paixão

Lajeado, a "capital" do Vale do Taquari, é a sede do "Bira". No nosso clube, a paixão pelo basquete une famílias, amigos e toda a comunidade.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Ceat/Bira segue na disputa do Campeonato Estadual

 Neste final de semana as equipes Fruki/Ceat/Bira (categoria sub-14) e Imec/Ceat/Bira (categoria sub-17) jogaram em casa pelo Campeonato Estadual de Basquete. Os jogos sediados no Ginásio do Ceat na sexta-feira e no domingo trouxeram duas vitórias. Imec/Ceat/Bira levou a melhor contra Corintians AC, finalizando o placar em 47 x 20. No domingo, a equipe também venceu o Corintians SC, com vantagem de 65 x 40. Já o Fruki/Ceat/Bira perdeu na sexta-feira do Cestina/Sesi/Unisc por 28 x 45.

Na torcida, amigos vieram de Teutônia na manhã fria do domingo para assistir o jogo dos filhos e sobrinho. “Sempre que os jogos são em casa, a gente faz o possível para assistir”, comenta Wilson Markus. Ele e a esposa, Inge, comemoram os resultados do Basquete não somente em quadra mas também dentro de casa: “Percebemos que o Basquete é muito importante na vida de nosso filho. Ele hoje tem mais disciplina, responsabilidade, sabe trabalhar melhor em grupo. O espírito de equipe que ele trabalha em quadra reflete na vida em família”, comentam. Já Grasiela Wallauer, também mãe de jogador, salienta o amadurecimento do filho. “Eles acabam se organizando melhor, sabem assumir responsabilidades e se dedicam aos seus compromissos”, avalia.

O Campeonato segue no próximo mês. As duas categorias jogam nos dias 17 e 18 de junho, novamente em casa. Os jogos acontecem no Ginásio do Ceat, contra os times da Sogipa, Sinodal e Grêmio Náutico União. A entrada é gratuita e a comunidade está convidada a participar. Mais informações sobre o Ceat/Bira pelo site www.ubiraja.blosgpot.com.

O Ceat/Bira consegue levar o Basquete de Lajeado para todo o Estado devido ao incentivo da Prefeitura Municipal de Lajeado e aos patrocinadores Univates, Fruki, Docile e Imec. Além disso, conta com o apoio da Unimed, Vidraçaria Lajeadense, Laboratório Hermann, Restaurante Prâmios, Kikão lanches, Restaurante Nápoli e Fisioforma.


Foto 1: Imec/Ceat/Bira venceu as duas partidas da rodada
Foto 2: Rubem Röhrig, Grasiela Wallauer, Magali Driemeyer, Wilson e Inge Markus e Marlise.
Crédito: Elise Bozzetto

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Ceat/Bira sedia jogos do Campeonato Estadual neste final de semana

Neste final de semana as equipes Fruki/Ceat/Bira (categoria sub-14) e Imec/Ceat/Bira (categoria sub-17) jogam em casa pelo Campeonato Estadual de Basquete. Os jogos acontecem no Ginásio do Ceat na sexta-feira e no domingo. A comunidade está convidada a participar e torcer pelas equipes de Lajeado. A entrada para os jogos é franca. Confira o horário dos jogos:

Sexta-feira – 19h - Imec/Ceat/Bira X Corintians AC
Sexta-feira – 20h30min - Fruki/Ceat/Bira X Cestina/Sesi/Unisc
Domingo – 9h – Imec/Ceat/Bira X Corintians SC

O Ceat/Bira consegue levar o Basquete de Lajeado para todo o Estado devido ao incentivo da Prefeitura Municipal de Lajeado e aos patrocinadores Univates, Fruki, Docile e Imec. Além disso, conta com o apoio da Unimed, Vidraçaria Lajeadense, Laboratório Hermann, Restaurante Prâmios, Kikão lanches, Restaurante Nápoli e Fisioforma.

Mais informações sobre o Ceat/Bira pelo site www.ubiraja.blosgpot.com.


Foto: Imec/Ceat/Bira abre os jogos do final de semana na sexta-feira
Crédito: Elise Bozzetto

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Ceat/Bira garante prata no II Encontro All Stars de Minibasquete

Atletas do Ceat/Bira estiveram em Santa Cruz do Sul no último final de semana participando do II Encontro All Stars de Minibasquete. A equipe Lajeadense ficou em segundo lugar. O treinador do time, Leonardo Ruschel de Menezes, ficou feliz com o resultado: “Os meninos jogaram muito bem, sempre atentos em quadra. O campeonato serviu para integração das equipes e entrosamento dos atletas”, comenta o técnico.

O atleta do Ceat/Bira Davi Koefender foi destaque na competição, ficando entre os 5 atletas revelação do Encontro. O evento foi promovido pelo Projeto Cestinha. Confira os resultados da categoria experiente, da qual o Ceat/Bira participou:
Ceat/Bira 29 x 18 Flyboys
Ceat/Bira 25 x 13 Dom Alberto
Ceat/Bira 24 X 28 Projeto Cestinha
Ceat/Bira 31 X 12 União

Fotos: Divulgação.

domingo, 15 de maio de 2011

Ceat/Bira com saldo positivo no final de semana

Lajeado – O Basquete feminino Ceat/Bira, categoria sub-17, estreou no Campeonato Gaúcho com saldo positivo neste final de semana. Os jogos foram em casa, no Ginásio do Ceat, contra as equipes da Sogipa (Ceat/Bira 53 x 48 Sogipa), Galópolis (Ceat/Bira 40 x 41 Galópolis) e Mauá (Ceat/Bira 56 x 55 Mauá). Para o treinador da equipe, Ubirajara Hertzer, duas vitórias em três jogos representam um resultado muito positivo para o time. “Estamos na categoria sub-17 mas apenas 4 de nossas atletas têm 16, o restante é menor de 15 anos e estamos jogando de igual para igual com equipes mais experientes. Contra o Galópolis ficamos com a última bola do jogo na mão e erramos. Já contra o Mauá, a última bola também foi nossa e garantimos vitória”, comenta Ubirajara.

Na arquibancada, um grupo de torcedoras chamava a atenção pela energia. Claudiana de Oliveira, com sua filha Sofia, Thaís os Santos, Camila Teixeira, Bruna Zílio, Bárbara Fracaro e Thaíssa Künzel acompanham as meninas em todos os jogos. “Somos ex-atletas do Ceat, o que nos enche de orgulho e por isso a gente comparece sempre nos jogos, para dar forças às meninas”, comenta Camila. Sobre a última partida da rodada, no sábado, contra o Mauá, as meninas comentam o nervosismo: “o jogo foi muito parelho e emocionante. A gente vê de fora o quanto elas se esforçam e muitas vezes dá vontade de estar dentro da quadra para dar um ajuda”, revelam. Para elas, cada jogadora em quadra representa um pouco do espírito que elas mesmas carregam até hoje e das lembranças da época de atletas. “Nos identificamos muito. Cada jogadora tem alguma característica que nós tínhamos em quadra, é muito legal ver que o espírito Ceat/Bira continua vivo, tocando as atletas que fazem parte dele”, explicam.

Fotos: Elise Bozzetto

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Escolinhas esportivas recebem inscrições

Lajeado - Crianças e adolescentes de 7 a 15 anos de toda a Região do Vale do Taquari podem participar das Escolinhas Esportivas do Clube Atlético Ubirajá – Bira, de Lajeado. O objetivo das escolinhas esportivas é promover a socialização, o desenvolvimento psicomotor e a formação esportiva das crianças e adolescentes participantes do projeto através de aulas de basquetebol. Além disso, por meio das escolinhas é possível detectar futuros talentos esportivos. O Ceat/Bira é celeiro de grandes atletas que representam o Basquete do Estado e do País em competições. Além de vários atletas que buscam carreira no exterior.

Para participar basta comparecer aos locais de treino. A participação é gratuita. Alunos nascidos de 96 a 2000 participam das categorias de base, com jogos pelo campeonato estadual de basquete. Já os mais novos participam das escolinhas.

Escolinha Feminina – nascidas em 2000 a 2004
Terças e sextas – 13h30min às 14h40min - no CEAT
Mirim Feminino – nascidas em 1998 a 2000
Segundas – 13h30min às 14h45min no Claudião
Quartas – 13h30min às 14h45min no CEAT
Pré-Mini masculino – nascidos em 2002 a 2004
Quartas e sextas – 13h30min às 14h40min no CEAT
Mini B masculino – nascidos em 2000 a 2001
Quartas e sextas – 14h40min às 15h50min no CEAT
Mini A masculino – nascidos em 1999
Segundas – 17h30min às 19h no CEAT
Quartas e sextas – 15h50min às 17h15min no CEAT
Mirim Masculino – nascidos em 98
Segundas – 14h45min às 16h no Claudião
Terças - 14h45min às 16h no CEAT
Sextas – 14h40min às 16h no CEAT
Infantil Masculino – nascidos em 96 e 97
Segundas – 16h às 17h30min no CEAT
Terças -15h30min às 17h no CEAT
Quartas e sextas – 17h30min às 19h30min no CEAT

Atualmente, mais de 250 crianças e adolescentes participam dos projetos do Clube Ubirajá. Além das escolinhas e categorias de base, o Ceat/Bira conta com projetos sociais que beneficiam crianças das redes municipal e estadual de ensino. Para Clairton Wachholz, um dos treinadores do Ceat/Bira, o trabalho é reconhecido na comunidade. “Temos na nossa comunidade parceiros que fazem com que o projeto tenha continuidade. Pessoas e empresas que investem no esporte como uma forma de valorização do indivíduo e formação cidadã. Valores como coletividade, espírito de grupo, comprometimento e superação são trabalhados através do esporte coletivo, como o basquete”.

O Ceat/Bira consegue levar o Basquete de Lajeado para todo o Estado devido ao incentivo da Prefeitura Municipal de Lajeado e aos patrocinadores Univates, Fruki, Docile e Imec. Além disso, conta com o apoio da Unimed, Vidraçaria Lajeadense, Laboratório Hermann, Restaurante Prâmios, Kikão lanches, Restaurante Nápoli e Fisioforma.

sábado, 16 de abril de 2011

Basquete profissional: Bira pode voltar

 Lajeado - A figura dele sempre esteve vinculada ao basquete. Mas, hoje, Clairton Wachholz, o “Xis”, sua a camisa como coordenador do Complexo Esportivo da Univates, onde ocorrem atividades esportivas como natação, ginástica olímpica, vôlei.

Apesar da nova atividade, a identificação com a bola laranja frequentemente faz Xis se deparar com a mesma pergunta: “E o Bira, vai voltar?”. A resposta é a mesma: “O Bira está aí, não parou. O trabalho segue forte e com grandes resultados”, fala, em referência às categorias de base. Sobre o time adulto, ausente das quadras desde 2009, a resposta soa como promessa. “Já se trabalha para isso (volta).”

O ex-treinador afirma que, nos bastidores, há uma sólida movimentação para tentar viabilizar o retorno do time adulto. “Há uma pessoa que está fazendo contatos, buscando apoiadores e patrocinadores; calculando custos. De posse dessas informações, sentaremos e veremos até onde podemos ir”, destaca Xis. Ele pondera que o eventual regresso seria, de início, para o Campeonato Gaúcho ou Copa Sul. O retorno ao Novo Basquete Brasil (NBB), o Brasileiro da modalidade, só seria possível após o terceiro ou quarto ano de reestruturação. “Se tudo der certo, quem sabe 2014, 2015”, cogita. O ex-técnico do Bira entende que a motivação para o retorno vem da própria comunidade. “É incrível o apelo que fazem para voltarmos com o time adulto”, assegura.

Torcida

Para Xis, a possibilidade de regresso do Bira não deverá dificultar a continuidade do trabalho desenvolvido por instituições de destaque em outras modalidades, como Alaf e Lajeadense. “Se for o caso de a torcida ser praticamente a mesma para todos esses times, é importante um respeito entre todos, com muita conversa e cordialidade, para que o trabalho de todos se desenvolva da melhor forma possível, sem que alguém saia prejudicado.” Os presidentes dos clubes de futebol e futsal concordam que há espaço. Celso Kappes, da Alaf, projeta: “O que vai ser preciso, até para evitar confrontos, é buscar formas de parcerias, com duelos em dias diferentes ou a realização de duas partidas, no caso futsal e basquete, em mesmos dia e local”. Nilson Giovanella, do Lajeadense, também apoia a volta do time de basquete. “São esportes bem diferentes. Há público para todos. O que talvez não seja tão fácil conciliar é a questão dos colaboradores e patrocinadores. Mas não se pode, por causa disso, deixar de torcer por mais um time da nossa região”, defende. O secretário municipal da Juventude, Esporte e Lazer, Carlos Kayser, também comemora a possibilidade. “Seria ótimo. Foi o Bira que incentivou outras modalidades a projetarem um crescimento. Tanto acreditamos nisso que seguimos com os convênios nas categorias de base. Há espaço para todos. Caso o adulto volte, vamos ajudar, de uma forma ou outra”, garante.

Categorias de base projetam futuro promissor

Atualmente, são 200 crianças e adolescentes que participam dos projetos sociais, escolinhas e equipes de competição do Bira e disputam o Campeonato Estadual nas categorias mirim, infantil, sub-15, sub-17, no masculino e feminino. Xis, que segue trabalhando com a garotada, destaca: “A gente se anima ao ver garotos, que você ajuda a crescer no esporte, com capacidade para projetarem uma carreira de sucesso em grandes equipes, até mesmo do exterior. Por isso, enfatizo que o Bira não parou, pois segue dando ótimos resultados nas categorias de base”, reforça. “É muita gente envolvida para alguém dizer que o Bira está parado só porque o time adulto não está em quadra. Não podemos misturar as coisas. O Bira segue trabalhando forte e dando ótimos resultados. Basta ver as boas colocações obtidas nos campeonatos de 2010, o que projetamos para os estaduais que irão começar a partir de maio, os atletas convocados para seleções e tudo com que o clube colabora para uma sociedade melhor. Tanto que seguimos com uma série de empresas e pessoas apoiadoras, que acreditam na credibilidade daquilo que o Bira faz.”

Apesar de seguir trabalhando com os times da base e nos projetos sociais do clube, o técnico não voltará para dentro da quadra no adulto. “Seguirei como eterno apoiador, dirigente, mas, para dentro da quadra, não.”

História de sucesso

O Clube Atlético Ubirajá, ou “Bira”, como é carinhosamente conhecido, foi fundado em 1955. A primeira experiência no Estadual adulto ocorreu em 1994. Depois de ausente por alguns anos, voltou em 2000, com um 3º lugar. Conquistou o tricampeonato gaúcho adulto masculino, entre 2006 e 2008. Faturou o vice do Sul-Brasileiro em 2007 e 2008. Neste mesmo ano, foi o 9º colocado na disputa do Campeonato Brasileiro. Em 2009, já como Novo Basquete Brasil (NBB), chegou em 12º.

“O Bira segue trabalhando forte e dando ótimos resultados.”

Fonte Rodrigo Angeli / Jornal O Informativo

Basquete: Novas regras já em ação

Porto Alegre - Ubirajara Hertzer, o “Bira”, treinador do Clube Atlético Ubirajá (Bira), participou, na última semana, de um workshop sobre a atualização das novas regras do basquete. O encontro foi realizado no Grêmio Náutico União, em Porto Alegre. As significativas mudanças prometem, entre outras coisas, dificultar a marcação de uma bola de três pontos como também tornar as partidas ainda mais ágeis. As novidades são promovidas pela Federação Internacional de Basquete (FIB), responsável por campeonatos como o Mundial e as Olimpíadas. A famosa NBA tem suas próprias normas. 

Entre as mudanças estão o tamanho da área do garrafão, que passa a ter formato retangular. Outra é a linha de três pontos, que antes tinha 6,25 metros de distância do aro, agora passa para 6,75 metros. Não existirá mais, também, falta de ataque, somente de defesa embaixo do aro. As regras já estão em vigência, por exemplo, em disputas como o Novo Basquete Brasil (NBB), e serão colocadas em prática nas futuras competições, como o Campeonato Gaúcho adulto e das categorias de base. “Apenas alguns casos das categorias menores, e de locais que não estavam preparados para essas mudanças, como a pintura das quadras, serão relevados”, explica o técnico.

Para Bira, as regras estimulam a qualidade dos jogadores da categoria adulta, mas podem dificultar um pouco para os menores. “Os atletas iniciantes podem ter mais dificuldade para arremessos de três pontos em razão da força que o lance exige. Mas no geral, as alterações vêm para qualificar o basquete”, comenta.
O jornal O Informativo fez um teste com a atleta Laura Giovanella Kramer (15), do Ceat/Bira, com convocações para as seleções gaúchas no currículo. Foram cinco arremessos da linha dos três pontos para cada uma das distâncias. O rendimento caiu um pouco no novo modelo, a dos 50 centímetros mais distantes. “Vai dificultar, principalmente para os times femininos e as atletas mais novas, mas tudo também é uma questão de treino e costume. Você precisa é se aprimorar ainda mais”, aconselha a atleta.    

As regras mais complicadas, sem dúvida, são referentes ao período dos dois últimos minutos de jogo ou da prorrogação. Elas visam tornar esse período da partida mais ágil, já que antes, por ser muito decisivo, se arrastava consideravelmente entre faltas e pedidos de tempo. Nesse período da partida, agora em caso de falta ou violação na quadra de defesa, a bola será reposta na lateral mais próxima. Já no ataque, caso a equipe peça tempo ou faça falta, na volta o jogo será reiniciado em uma linha também no ataque (a 8,3 metros do fundo de quadra). Mas o fato mais importante é que, se antes o time ganhava então outra vez 24 segundos para realizar sua jogada, agora serão duas as possibilidades. Se estiver faltando 14 segundos ou mais, vale o tempo que está no cronometro de 24 segundos. Caso faltem 13 segundos ou menos, a equipe terá 14 segundos de posse para efetuar a tentativa de cesta, e não mais 24.

Bira ressaltou no encontro que algumas regras, principalmente as mais polêmicas, que remetem aos dois minutos finais da partida, têm dois lados. “Poderá fazer bem para o esporte, mas dificultará, por exemplo, o entendimento e o acompanhamento por parte do torcedor, principalmente àquele que não olha sempre uma partida de basquete”, atesta.

Rodrigo Angeli
rodrigo@informativo.com.br